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Love u*

por Carina, em 31.01.12

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publicado às 23:57

O dia do meu príncipe!

por Carina, em 31.01.12

Olá meu príncipe!

Parece que hoje é um dia especial, é o dia da pessoa mais especial e bonita que conheço, é o teu dia! Hoje ficas um aninho mais velho, um aninho mais que passou e eu estou aqui, como sempre para te mimar o mais que puder, não só hoje, mas sempre e para sempre! É importante para mim passar este dia a teu lado, há anos que isso acontece mesmo com tantas quedas e encontrões aqui estamos nós hoje, juntos e mais fortes e unidos que nunca. De tudo o que a vida me deu tu foste e serás sempre o melhor presente que recebi e dás-me tantas coisas que me fazem ainda mais feliz, dás-me esse sorriso lindo, aqueles abraços especiais e aqueles beijinhos tão nossos! Hoje vamos festejar este dia até ele terminar, vamos fazer tudo, tudo o que te faça feliz, tudo o que te faça sorrir e que te ponha um brilhozinho nesses olhos lindos. És o menino mais especial que conheço, és diferente de tudo e de todos, és tão lindo por dentro como aquilo que salta à vista, aquilo que és por fora…és um príncipe e fazes-me sentir uma princesa de verdade transformando a nossa história num conto de fadas de verdade, começado por “era uma vez…” e que terminará com um “…e viveram felizes para sempre!” , a cada dia que passa vamos construindo o nosso para sempre! Acredito em ti, em mim e em nós e sei que vamos ficar juntinhos para sempre, nada faz sentido se não estás perto de mim, sinto a falta dos teus abraços e mimos quando te afastas por simples momentos. És o meu menino, hoje brinca à vontade, o que vale é a felicidade e comemora a maravilha de ser alguém especial, és único, maravilhoso, inigualável és o meu namorado! Muitos parabéns neste dia tão especial. AMO-TE*


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publicado às 00:05

O abraço de uma vida*

por Carina, em 29.01.12

Meu João, fui levar-te uma florzinha como sabes e como de resto é normal, fui para te ver e falar um bocadinho contigo, mas quando cheguei não estavas sozinho. Alguém a teu lado sofria em silêncio, somente as lágrimas que lhe corriam pelo rosto diziam o que lhe vai na alma – um vazio, uma dor que não passa, uma ferida que não sara. As lágrimas eram sinceras e mostravam o que vai dentro daquele coração, mesmo sem a conhecer os seus olhos transparecem a imagem da alma e é tão linda por dentro como por fora. Fiquei imóvel, sem saber o que dizer ou fazer, nem uma mão consegui estender como um “eu estou aqui se precisares”, mas a dor dela era tanta que também não consegui esconder a minha e em silêncio ficámos as duas a olhar para o teu sorriso maravilhoso enquanto as lágrimas corriam pelo rosto de cada uma de nós, sem que víssemos as da outra. Permanecemos ali, estáticas, sem palavras para o que vai aqui dentro, até que por fim ela se levantou e lhe pude ver o rosto, triste, de alguém que ainda não caiu na realidade e abraçou-me, como se abraça o tempo, com tanta força, com tanto carinho, abraçou uma desconhecida que simplesmente partilhava com ela o facto de conhecerem a mesma pessoa! Posso dizer que em toda a minha vida este abraço foi aquele que mais me confortou, o mais sincero e terno que alguma vez dei e recebi e foi a alguém que nunca tinha visto na vida, mas que é tão bonita como aquele abraço que me deu! E disse no fim - “Tu é que és a Carina, não és?” - eu assenti com a cabeça (aquele momento roubara-me as palavras), ela apresentou-se, eu sorri! Disse que ainda não acreditava no que tinha acontecido que sentia que apenas se tinha chateado mais uma vez com ele, mas que aquilo ia passar – ninguém acredita, eu continuo à espera das minhas mensagens – eu disse que sentia o mesmo. Vou ali tantas vezes e não percebo como pode ser verdade tal crueldade, passou um mês e o meu coração já não aguenta de saudades, parece que passou uma década. Ela é tão especial João e tu soubeste ver isso nela bem antes de mim, infelizmente conhecia no pior dos locais e pela pior razão. Hoje, mais que as palavras que me disse, o seu abraço encheu-me o coração de amor e de paz – é incrível o que um abraço pode fazer por nós, mudaste-me o dia, obrigada C.! 


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publicado às 16:13

Preciso de ti*

por Carina, em 24.01.12

João, fazes-me tanta falta, tenho tantas saudades! Voltei a sonhar contigo, voltei a ter-te tão perto, mas infelizmente só te posso ter quando sonho ou quando fecho os olhos - dava tudo por um abraço teu neste momento. Este aperto no coração, este vazio que deixaste, dói de mais. Foi tão estranho este sonho, mas foi tão bom. Já te tinha perdido e naquele dia uma multidão reuniu-se para te recordar, para falar de ti e enquanto chorava desalmadamente de saudades vejo-te e vou a correr para os teus braços, apertei-te com tanta força, não te queria largar mais, mas deste-me a mão e levaste-me a passear. Pela areia caminhámos os dois de mão dada, enquanto tu falavas eu não conseguia dizer nada, os papéis tinham-se invertido, tinhas conseguido calar-me, tiraste-me as palavras, mas encheste-me de tal forma o coração que só queria aproveitar aquele momento, olhar para ti, tocar-te. E continuámos a andar, sem nos largarmos, tu continuavas a dizer como estavas feliz, como te sentias bem nesse sítio onde estavas e que não me querias triste, porque tu estavas bem! Oh meu João, não me largues mais quando me voltares a agarrar, fica comigo, não deixes a minha mão – desculpa este desabafo, mas a marca que deixaste em mim é tão grande e profunda que não aguento esta distância. Quando voltámos deixaste-me no mesmo lugar, abraçaste-me, disseste que me adoravas e desapareceste deixando no lugar para onde fomos a seguinte frase escrita na areia “caminhamos juntos” – acredita que sim, estás sempre comigo, onde quer que eu vá, no meu coração e no meu pensamento!

E acalmei de tudo o que tinha acontecido e percebi que ninguém naquela sala se tinha apercebido, só eu te vi, só eu te pude abraçar, só eu. Enquanto voltava a mim daquelas emoções eles falavam, a tua mãe vangloriava-te, com tanto orgulho, os olhos dela brilhavam enquanto falava de ti e mimava-me, não me perguntes porquê a mim, não sei, mas sentia-me especial, ela preocupava-se muito comigo, durante o seu discurso parava tantas vezes e dizia “ele é assim, não é Carina?” ou “Carina, queres falar sobre ele?” – interrompia o raciocínio só para falar comigo, quando a sala estava cheia de pessoas que te conheciam, de amigos, de familiares. O teu pai também falava de ti, de coração cheio, as palavras saiam-lhe tão fluidamente, era tudo tão natural – os teus pais amam-te tanto e fazes tanta falta na vida deles.

Lembro-me também que quando me levaste a passear me deste uma recordação, um colar que usei todos os dias que se seguiram a esse encontro – era lindo, consigo descreve-lo ao pormenor, ainda o vejo, mesmo não o tendo. Foi o presente mais bonito que alguma vez recebi. Quando voltei à sala exibia-o com tanto orgulho sem que alguém soubesse de onde vinha ou quem mo tinha dado. E acordei, perdi-te mais uma vez, tentei voltar a fechar os olhos para que voltasses para mim, mas foi sem sucesso. Este sonho foi o único, de tantos que já tive contigo, que me deixou realmente “abalada”, mexeu realmente com os sentimentos mais profundos, com as saudades, com a ferida que não sara.

Fazes-me falta, preciso de ti*

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publicado às 16:40

Ter tempo*

por Carina, em 23.01.12

"É bom ter tempo. Tempo de ter tempo. Tempo para não pedir tempo a quem não o tem. Tempo para dar tempo a quem precisa de tempo. Tempo para parar, pensar, sentir, descobrir, saber. Tempo para perceber, acreditar, querer. Tempo para procura interior, viajar dentro de nós, descobrir quem somos. Tempo para ouvir o silêncio, abrir gavetas e entendê-las. Tempo para ver com clareza, transparência, verdade. Tempo para ser tolerante, ter paciência, saber esperar. Tempo de paz interior, de calma, de tranquilidade. Tempo de aceitar o que vemos, o que pensamos, o que sentimos, o que queremos. Tempo de procurar por nós, por respostas cá dentro, ler os sinais, ler a alma.
É bom ter tempo. Tempo para ir a tempo mesmo que passe muito tempo"


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publicado às 14:36

Meu D'Juan*

por Carina, em 20.01.12

Hoje estava cansada, as horas de sono foram escassas, o descanso ainda menos, passar o dia no IPO não é agradável, ver todas aquelas pessoas com problemas e eu sem puder fazer nada, custa estar ali e sentir-me sempre tão impotente, mas é o meu dever enquanto neta, seguir e levar os meus avós onde quer que seja e hoje era preciso consultar um médico. Enfim…depois de horas “enclausurada” num hospital o regresso a casa soube como uma lufada de ar fresco, deixei-os em casa e decidi passar só para te ver, só para dar um beijinho, mas quando entrei vi que mais alguém teve a mesma ideia, ou melhor, alguém fez o que não consegue deixar de fazer, visitar-te, mesmo que isso aumente a dor delas – a tua mãe e a tua avó – tão fortes, umas guerreiras, mas hoje tão fracas e frágeis, com a tua ausência. “Está quase a fazer um mês” – disse-me a tua mãe com um olhar baixo e triste, só consegui responder “e parece que já foi há tanto tempo”, as saudades que sinto são tantas, parece que passou uma eternidade, preciso de te ver, de te tocar, de te ter por perto. Elas retiraram-se… eu fiquei!

Como sempre sentei-me a olhar para ti e falei, contei-te como tinha sido o meu dia, pedi desculpa por só ter ido ter contigo hoje, nesta semana - mas não pude e tu sabes bem que estás sempre comigo, não preciso ir todos os dias aí para me lembrar de ti – e continuei a falar, das saudades que sinto, da força que preciso que transmitas às pessoas que te amam, elas precisam de ti para ajudar a aliviar este sentimento de perda – tu foste e contigo foi metade de cada uma dessas pessoas, é difícil para nós viver com meio coração não achas? Mas cá vamos andando, por ti, porque sabemos que estás a olhar por nós, que não vais deixar que mais nada de mal aconteça a quem te quer bem. Confessei-te também que não tenho medo de morrer, nunca tive, e ia ter contigo, mas pedi que olhasses pelos que me são queridos e não deixasses que nada lhes acontecesse. Não foi bem um pedido, no fundo eu sei que irias fazer isso sem que te pedisse. Pareço doida, mas faz-me tão bem ficar ali, sentada ao teu lado a falar – eu sei que me ouves e tantas vezes dás-me resposta – é como se estivesses ali à minha frente e na verdade eu sei que estás, estás sempre. Também me ri ao lembrar as asneiras que juntos fizemos e a tua maneira atrevida de ser, deste-me uma palmada na primeira semana de aulas, sem me conhecer de lado nenhum e ainda foste capaz de dizer “Desculpa, sou o Moreto!”- com aquele sorriso maroto tão característico. És único, tenho saudades do teu “olá jeitosa”, tenho saudades tuas meu D’Juan. Estás sempre comigo, sabes bem*

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publicado às 23:46

Era uma vez...

por Carina, em 20.01.12

Enquanto recordo os anos que passaram ao lado dos papás, vendo e revendo as fotografias que mostram tantos dos momentos mais importantes da minha vida. (Eu) era tão linda, um ar tão frágil, tão doce, mas ao mesmo tempo uma guerreira – é assim que me vejo quando olho para aquelas recordações tão minhas, tão pequeninas e tão especiais.

E falo, falo do que vivi, do quanto gostei de tantos momentos da minha infância, como fui feliz e o quanto eles marcaram e definiram a minha maneira de ser e de ver o mundo, durante a conversa digo “quando era pequenina dormia tantas vezes em casa do Diogo, já viste?” ao que a mamã responde “Desde pequenina que sempre disseste que querias que ele fosse teu namorado” – e não é que consegui. É meu namorado, é o meu melhor amigo, é o meu mais que tudo. És tanto e são tão escassas as palavras para te descrever, és o melhor! – “Dizias que ele era teu namorado a fingir" - continuou” – agora já não há “faz de conta”, agora vivemos na nossa realidade, agora és mesmo o meu namorado, a pessoa que pude escolher para passar o resto da minha vida – fazes-me feliz, fazes-me sorrir. “Querias sempre ir para casa dele para brincar e lá te levava eu e depois já sabia que ias pedir para lá ficar" – realçou enquanto prosseguia o discurso. Agora somos nós, um para sempre, um final feliz, um príncipe e uma princesa, são algumas das poucas palavras da nossa história. Parece mesmo que te amei desde o primeiro dia em que te vi meu príncipe! Fazes-me sonhar*

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publicado às 23:10

Aceita que sou eu*

por Carina, em 15.01.12

"Há sempre alguém nesta vida que está disponível para nos ajudar nos momentos mais difíceis ou naqueles em que apenas queremos, rir, saltar, partilhar os últimos acontecimentos, muitas vezes nem conhecemos essa pessoa, aparece por acaso na nossa vida; apenas sabemos que é bom ouvinte ou que celebra connosco a nossas felicidades e que sofre e nos ergue quando sofremos, então aquele que servia apenas para aqueles momentos em que nos era útil passa a ser mais que isso, passa a ser um confidente, um companheiro, um amigo!

É assim que se criam as grandes amizades, nascem do nada, dum sorriso em conjunto, da partilha de um segredo, e a partir daí tudo é vivido a dois, as dores, as vitórias, as alegrias, as aventuras, não há segredos, há cumplicidade, memórias e recordações de momentos vividos em conjunto. Desde que se cria este laço forte…a Amizade, tudo o que venha a mais é por acréscimo. É tão bom alimentar este sentimento, dar um mimo, um abraço, dizer “gosto de ti”, dar um beijo ou simplesmente desejar boa noite, sabe tão bem e custa tão pouco – é bom de dar e receber e tantas vezes porque simplesmente não nos lembramos ou mesmo por falta de vontade não o fazemos e não nos lembramos que estamos a deixar na vida dos outros um vazio, vazio esse que não queremos sentir na nossa vida, mas chega o momento, o momento em que também nós sentimos falta dessas pequenas atitudes, desses gestos que são tão pouco mas que nos enchem o coração e aí, só aí paramos mesmo e vemos o que estamos a deixar para trás mesmo sem querer. Há que alimentar esta amizade como tudo na vida, se não for regada acaba por morrer e não é isso que se quer quando é sincero o que sentimos.

Tantas vezes por circunstâncias da vida que tomamos atitudes que depois nos arrependemos a posteriori, mas naquele momento parecia-nos o mais certo, abandonar de uma qualquer forma a vida que tinhas e dedicarmo-nos a uma coisa em especial ou a alguém, sabem, não damos atenção àquele que esteve sempre presente quando estávamos doentes, ou àquela pessoa que nos conhece de olhos fechados e sabe quando nos dói o coração mesmo que nada seja dito, esquecemos o abraço daqueles que a meio da noite nos consolavam, o beijo caloroso quando nos abraçavam, esquecemos o tanto que já lutaram e fizeram por nós, sim lutaram, porque estiveram juntos a nós nas nossas batalhas, lutavam connosco e celebravam ou caiam connosco. Somos injustos, egoístas mesmo (pensamos só em nós quando os outros pensam em nós também), perdemos, perdemos tempo, valor, perdemos o toque “especial” porque nos tornamos em pessoas diferentes, mesmo sem mudar, mas é isso que somos para aquele que sempre nos acompanhou, as nossas atitudes tornam-se inexplicáveis, aquilo que dizemos não combina com o que somos… e perdemos tanto! Perdemo-nos a nós mesmo da nossa linha orientadora, perdemos o rumo, perdemos aquela pessoa especial porque nos esquecemos que sem ela não somos nada e aquilo que fizemos na sua ausência foi simplesmente sobreviver, achando que estávamos a fazer o melhor para nós.(...)

As palavras escasseiam nestes momentos, um abraço era tudo o que precisava para te mostrar como me fazes falta, como tenho saudades, como me fizeste feliz e como tenho saudades que queiras fazer novamente.

Obrigada por tudo, pelos risos, pelas lágrimas, pelas vitórias e conquistas a dois, obrigada pela paciência, pela companhia e amizade, obrigada por teres sido tu, por me mostrares quem és, sem armaduras de ferro, obrigada por seres quem és, por teres entrado na minha vida e por me teres deixado entrar na tua!"

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publicado às 18:02

Falar de ti..

por Carina, em 11.01.12

Oh minha estrelinha hoje a felicidade está a ser demasiada, há tantas pessoas que gostam de ti, sabes? Meninas pequeninas que mal te conheciam mas que viam que o teu olhar não mentia, meninas maiores, bem maiores que nós, que te viram nascer, crescer, que te viram cair e te deram a mão para te levantar, sabes, todos gostam de ti e do que és! Hoje todos te lembram não com tristeza, mas com saudades, saudades do teu sorriso, do teu brilho no olhar, saudades do teu companheirismo, da tua amizade pura e verdadeira, todos te lembram com um sorriso no rosto pois foi essa a imagem que nos deixaste na cabeça e no coração, de onde nunca sairás. Hoje sinto-me uma menina feliz sabes? Poder partilhar com a tua mãe os momentos mais hilariantes da tua vida, momentos que faziam de ti o que eras, os últimos em que te vimos, os momentos mais felizes da tua vida, aqueles em que ias contra tudo e todos e depois voltavas para trás sem ser capaz de dizer “tens razão”. Lembro com tantas saudades, mas com um sorriso tão grande tudo o que vivemos, as nossas conversas infinitas que duravam horas e horas, não tinham fim e muitas vezes nem sentido, falávamos de tudo e de nada…falávamos de mim, de ti, de nós. Falávamos do futuro, dos nossos sonhos e expectativas, e tu tinhas tanto para viver e construir – a vida foi tão injusta em te tirar do caminho dos sonhos – mas levou-te para um sítio tão melhor. Já viste a quantidade de pessoas que falam contigo mesmo sem te verem? Tornaste-te omnipresente, estás em todo o lado, com todos os que te querem bem. Eu sinto-te aqui agora – larga-me a mão, quero escrever, não consigo parar de falar sobre ti, volta mais logo para os meus sonhos! É difícil estar frente a frente com a tua mãe, não sei o que se dizer quando se perde um filho, mas hoje senti que um abraço, ou um aconchego lhe chegava e eu pude dar-lhe isso, pude mimá-la assim como tu sempre fazias. Pude rir-me das histórias que ele me contou, pude sorrir ao relembrar tanta coisa, pude dar o que melhor tenho, as tuas lembranças felizes e o teu sorriso estampado no meu rosto. Sabes como sou quando começo a falar não me calo, e há tanto para falar de ti e de nós. Lembraste bem de como nos conhecemos? Foi o momento mais caricato daquele primeiro ano de secundário, daqueles três anos em que todos os dias tinha que levar contigo a reclamar com o meu mau feitio matinal. Adorava ser sempre a tua dupla a E.Física e não fazer nada de jeito a não ser rir-me contigo, adorava falar mal das professoras e preparar-me para me atirar para as tuas cavalitas. Adorava as tuas mensagens de D’Juan “Bom dia jeitosa” quando sabias perfeitamente que ias receber uma resposta seca e má “Não sejas parvo. O que queres?”. Ai, ai, minha estrelinha se pudesse falar de tudo o que vivemos juntos não chegaria uma resma de folhas, não chegaria um ano a escrever, não haveria tinta para tanta coisa, não haveria lágrimas para chorar por todos os momentos em que me fizeste ser tão feliz. És a minha força, a luz que me guia e que vou fixar eternamente para nunca te perder do meu caminho. És o meu orgulho, és tu… meu Moreto, João Moreto!

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publicado às 21:14

Obrigada*

por Carina, em 11.01.12

Olá meu querido!

Hoje voltei a sonhar contigo, sabes, um sonho lindo, mais que perfeito, nesse sonho já sabia que te ia perder, mas agarrei-me a ti com tanta força e só conseguia dizer “adoro-te” e tu sabes bem o quanto gosto de ti e como me fazes falta! Nesse sonho estavas lindo, aliás tu és lindo, até no último dia em que te pude ver te esmeraste, estavas tão bonito, estavas tão tu! Sonhei e nesse sonho pedia-te por tudo para nunca me deixares, para ficares sempre perto de mim, incondicionalmente, mas tu como pessoa racional que és só me dizias “Carina eu juro que fico a teu lado enquanto puder, eu não sei o que pode acontecer amanhã” e abraçaste-me, com tanta força que senti o teu abraço e acordei. Acordei com um sorriso na cara pois cada vez mais acredito que estejas tu onde estiveres tens-me no teu coração, que me ouves e que vais cuidar sempre de mim. Depois deste sonho não descansei enquanto não fui ter contigo, e fui, falei, falei muito como era normal quando nos juntávamos, falei-te dos meus problemas, do que me afligia, de como me sentia indignada por achar que estavas mesmo aqui a meu lado, por sentir que não sou nenhuma doida e a tua presença constante no dia-a-dia é real, mas isto incomoda-me e pedi-te para me dares um sinal, qualquer coisa que me fizesse acreditar que estavas a abraçar-me mais uma vez e por mais incrível que pareça nesse mesmo momento só vejo a tua mãe a entrar pela tua nova casa a dentro e só pensei “é verdade, tu estás aqui, obrigada” – senti-me tão feliz e ao mesmo tempo a miúda mais cheia de sorte do mundo tenho diariamente um anjinho comigo, que cuida de mim e me protege. E sabes qual foi a primeira coisa que a tua mãe me disse – acho que estiveste a ouvir a nossa conversa – mas ela disse “eu sabia bem da tua amizade com o meu André, ele falava-me muitas vezes de ti” – aí João senti-me tão, mas tão feliz, não por ter sido reconhecida, mas por saber que tinha valor suficiente na tua vida para falares de mim aos que te são mais queridos. Então falámos, as palavras custam a sair nestes momentos, mas os sorrisos ao pensar em ti saem de forma tão espontânea, contigo só sei sorrir, contigo só sei ser feliz…e hoje fui muito, por mais lágrimas que me corram pelo rosto a marca de felicidade que deixas em mim é tão maior. Obrigada meu anjinho* Adoro-te, hoje e sempre!

 

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